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Rede de Cister

Fixada em Portugal desde o século XII, a Ordem de Cister, acompanhou a formação do território e contribuiu de forma decisiva para o seu desenvolvimento.

De Norte a Sul do país ainda é possível encontrar vários conjuntos monásticos, que conservam importantes testemunhos da sua presença: azulejaria, talha dourada, pintura, ourivesaria e escultura.

Com o intuito de contribuir para o conhecimento e divulgação deste património, o Real Abadia Congress & Spa Hotel, inspirado na temática cisterciense, convidou várias unidades hoteleiras, de todo o país, para em conjunto criarem a Rede de Cister que vai lhe permite conhecer melhor estes conjuntos monásticos.

 
 

 

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Mosteiro de Santa Maria de Fiães - Melgaço

Data de 1194 a primeira menção conhecida que atesta a presença dos cistercienses no Mosteiro. Filiado no Mosteiro de São João de Tarouca, o Mosteiro viveu um período de esplendor inicial que se prolongou além do século XIII, época em que foi fundada a abadia de Ermelo.

Considerado um mosteiro não dependente de nenhum bispo, Fiães veio a sofrer com a presença dos abades comendatários. Depois de um prolongado período de decadência, a partir de 1530, quando o prior de Alcobaça, Dom João de Cós, assumiu o cargo de abade de Fiães, a vida da abadia foi restaurada.

Em 1834, foram extintos todos os conventos, mosteiros e casas de religiosos de todas as ordens religiosas e os seus bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Localização: Lugar do Convento. Fiães
Estado: Visitável. Igreja Paroquial

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Mosteiro de Santa Maria do Ermelo – Arcos de Valdevez

O Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Ermelo, do qual apenas se conserva a igreja românica e vestígios do claustro em ruínas foi fundado nos inícios do século século XIII.

As referências mais antigas a este mosteiro remontam às inquirições de 1258. Segundo essas mesmas referências, inicialmente terá sido um mosteiro beneditino pelo que a reforma cisterciense só se terá verificado vários anos após a sua fundação.

A sua extinção foi decidida em 1533 por ordem do abade de Claraval, tendo sido definitivamente secularizado no ano de 1560 pelo Cardeal D. Henrique. O templo foi convertido em igreja Paroquial, que ainda se mantêm.

Localização: Lugar da Igreja. Ermelo
Estado: Visitável. Igreja Paroquial

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Mosteiro de Santa Maria das Júnias - Montalegre

A cerca de 30 km do Mosteiro de Santa Maria do Ermelo é possível encontra o Mosteiro de Pitões das Júnias, filiado na ordem de cister a partir de 1247. Deste pequeno convento, restam apenas as paredes dos principais compartimentos e algumas arcadas do claustro. A igreja ainda tem o telhado, mas apresenta um aspecto de abandono.

Ao contrário de outos mosteiros do Norte de Portugal, que no geral eram possuidores de produtivos coutos, esta primeira comunidade de monges das Júnias dependia apenas da pastorícia, facto que se reflecte no carácter humilde e ascético do mosteiro.

Localização: Pitões das Júnias
Estado: Em ruínas

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Mosteiro de Santa Maria de Bouro – Amares

De origem eremítica e posteriormente beneditina, em finais do século XII, a comunidade foi filiada à Ordem de Cister.

Bem dotada e gozando do apoio régio, a abadia prosperou rapidamente.

No início do século XVI, entregue a abades comendatários, o Mosteiro atravessou um grave período de decadência.

Em Janeiro de 1533, por ocasião da visita do abade de Claraval, viviam no mosteiro seculares de ambos os sexos e a vida comunitária encontrava-se completamente desregrada. Em 1567, a observância foi restaurada, com a integração do Mosteiro na Congregação de Alcobaça. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, e os seus bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Localização: EN206. Lugar do Terreiro
Estado: Pousada de Portugal

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Mosteiro de São João de Tarouca - Tarouca

As suas características revelam a revolução que, no século XII, os cistercienses operaram no panorama construtivo nacional. O mosteiro conserva ainda o essencial da obra original embora o ritmo da construção do edifício tenha sido bastante rápido. Em aproximadamente quinze anos, a comunidade estava apta a celebrar os seus ofícios e, nessa mesma altura, os trabalhos nas dependências conventuais mantiveram-se a bom ritmo.

As grandes transformações aconteceram nos séculos XVII e XVIII, períodos em que se desenvolveram grandes programas de actualização estética e funcional do conjunto.

Tarouca é actualmente objecto de um estudo integrado que visa esclarecer os pontos essenciais da sua história medieval, com particular incidência para a hipótese de assentamentos pré-cistercienses.

Localização: Acesso através de ramal na estrada Lamego – Guarda

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Mosteiro de Santa Maria de Salzedas - Tarouca

Datado de meados do século XII, o início da construção da igreja deu-se em 1163, altura em que Afonso Henriques doou o couto de Argeriz a Teresa Afonso, viúva de Egas Moniz, que o legou posteriormente aos monges beneditinos do mosteiro de Salzedas.

Sujeito a diversas campanhas de obras ao longo dos séculos, sobretudo no tempo de D. João III, foi, contudo, nos sécs. XVII e XVIII que o conjunto assistiu à sua mais profunda remodelação, dela resultando a actual fachada da igreja, a reforma estilística do seu interior, bem como a reconstrução dos claustros. Na sequência da extinção das Ordens Religiosas (1834), nos sécs. XIX e XX procedeu-se à desamortização parcial dos bens monásticos, altura em que um particular adquiriu a cerca e parte do conjunto construído.

Localização: Praça de António Pereira de Sousa

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Mosteiro de São Pedro das Águias - Tabuaço

A data da sua fundação não é precisa. Certo é que no século XII, o mosteiro exercia uma poderosa influência na região, nomeadamente ao nível da exploração agrícola e vinícola. Pertenceu inicialmente aos monges beneditinos, mas em 1145 o abade Mendo, que dirigia o mosteiro, desgostoso com a falta de rigor monástico daquela ordem, entregou-o à Ordem de Cister.

O convento desenvolveu-se ao longo dos séculos seguintes, até que uma progressiva diminuição do número de frades levou o rei D. José a fechá-lo, em meados do século XVIII. Posteriormente, a rainha D. Maria I viria a restaurá-lo totalmente, e assim se conservou até à extinção das ordens religiosas em 1834.

Localização: Povoação de Granjinha

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Mosteiro de Nossa Senhora da Assunção de Tabosa - Sernancelhe

Situado numa zona montanhosa e isolada, como foi apanágio das primeiras casas cistercienses, o convento de Nossa Senhora da Assunção acabou por funcionar como pólo dinamizador da povoação de Tabosa. De fundação moderna, sem pré-existências medievais, este complexo conventual foi instituído em 1685 pela piedade particular de D. Maria Pereira.

Actualmente, apenas se conserva a igreja, a sacristia, o claustro e o mirante. As restantes dependências encontram-se profundamente arruinadas ou desapareceram. Após o falecimento da última freira, em 1850, deu-se o encerramento definitivamente do convento.

Localização: Tabosa

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Mosteiro de Santa Maria de Arouca - Arouca

De fundação pré-românica, o Mosteiro recebeu Carta de Couto no século XII. A sua importância revigorou-se com o padroado de D. Mafalda, filha de Sancho I e efémera rainha de Castela. A casa viveu períodos de grande desafogo económico que se reflectiram na procura de peças artísticas de grande qualidade, boa parte das quais ainda se mantêm. Na época moderna o conjunto foi reconstruído e ampliado, desde o final do século XVII até aos últimos anos do século XVIII.

Em 1886, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra entretanto aí instalado.

Localização: Avenida Vinte e Cinco de Abril, Largo de Santa Mafalda

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Mosteiro de São Cristóvão de Lafões – S. Pedro do Sul

A fundação conventual tem suscitado muitas dúvidas e interpretações, mas, hoje, e à luz da documentação é relativamente consensual considerar-se D. João Peculiar, Bispo do Porto, como o fundador deste convento que, de início, abraçou a regra de Santo Agostinho. Foi durante o reinado de  Afonso Henriques que se deu a mudança da Regra para a de Cister e esta foi a última alteração da regra a observar no convento.

Durante o período medieval, São Cristóvão de Lafões foi uma instituição muito rica, com rendimentos consideráveis. Contudo, e à semelhança de boa parte dos mosteiros cistercienses, chegou ao século XVI num estado de considerável ruína, devido à gestão danosa dos abades comendatários. Actualmente, e depois de décadas de abandono, o convento foi recuperado por particulares que o tornaram num hotel.

Localização: São Cristóvão de Lafões
Estado: Turismo Rural

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Mosteiro de Santa Maria de Maceira de Dão - Mangualde

A cerca de 40 Kms do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões é possível encontrar o Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão. Fundado no séc. XII por D. Soeiro e seus companheiros, inicialmente obedientes à Regra de S. Bento, cedo os seus monges abraçaram a regra de Cister tornando-se obedientes a Alcobaça.

Alguns anos depois da extinção das ordens religiosas, o conjunto foi adquirido, em 1960, por uma família de Pombal, que passou a explorar a propriedade ainda que por não dispor de recursos para a conservação do imóvel histórico, o edifício ter-se vindo a degradar. Em precárias condições de conservação, os seus vários espaços têm servido como depósito de alfaias e produtos agrícolas. Actualmente não é possível visitar o seu interior.

Localização: Moinhos do Dão
Estado: Em ruínas

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Mosteiro de Santa Maria de Aguiar- Figueira de Castelo Rodrigo

Não é certa a data de fundação deste mosteiro, contudo sabe-se que a implantação do mosteiro  no território de Riba-Côa só  foi possível graças a um conjunto significativo de doações e privilégios leoneses. Sendo inicialmente uma comunidade beneditina, adoptou a regra de Cister a partir de 1170. Depois das dificuldades iniciais da  fundação, o mosteiro conheceu um período de prosperidade económica que atingiu o seu apogeu em finais do século XIII.

Contudo as guerras deixaram o mosteiro num estado deplorável, situação que se agravou ainda mais pela administração dos abades comendatários.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos e os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Localização: Lugar de Santa Maria de Aguiar
Estado: Turismo Rural

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Mosteiro de Santa Maria de Celas - Coimbra

Este mosteiro feminino, fundado por volta de 1221 e filiado na observância dos costumes de Cister entre 1227 e 1229, atraiu a presença de algumas senhoras da mais alta nobreza. Durante o século XV e inícios do século XVI, Celas sofreu os efeitos da grave crise moral e religiosa que atingiu Portugal pelo que D. João III veio a confiar o trabalho de reforma do mosteiro à religiosa franciscana D. Leonor de Vasconcelos que, entre 1521 e 1541, foi abadessa de Celas. Aquando da visita do abade de Claraval ao mosteiro, Celas estava directamente ligada a Claraval, e gozava de uma excelente reputação.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica” foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas e os bens foram posteriormente incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Localização: Largo de Celas

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Mosteiro de São Paulo de Frades ou de Almaziva - Coimbra

Este mosteiro albergava desde o século XII uma pequena comunidade religiosa, possivelmente beneditina. No entanto, em 1221, Fernando Peres, notário da chancelaria de D. Sancho I e chantre da Sé de Lisboa, doou à Ordem de Cister o lugar e a capela de São Paulo. Assim, pela bula de Papa Honório III, este mosteiro tornou-se o 17º mosteiro cisterciense português.

A partir do século XVII foi convertido em  igreja paroquial dedicada a São Paulo.

Localização: Largo da Igreja - São Paulo de Frades. Coimbra

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Mosteiro de São Mamede de Lorvão - Penacova

Depois de, numa fase inicial, estar na posse de monges eremitas de Santo Agostinho e sobre a Regra Beneditina, em 1200, o mosteiro passa a seguir a Ordem de Cister transformando-se, nesta altura, em mosteiro feminino. Desta época até às grandes campanhas de obras que, nos séculos XVII e XVIII, conferiram ao Mosteiro o aspeto que hoje possui, o mosteiro conheceu vários períodos de esplendor.

A Revolução Liberal de 1820 e a extinção das Ordens Religiosas em Portugal, em 1834, deram início à depredação de todas as riquezas acumuladas durante séculos.

Abandonado durante a primeira metade do séc. XX, o Mosteiro viria a ser restaurado pela Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, tendo então ficado com três dormitórios, noviciaria, hospício, coro, igreja, dois claustros, refeitório, botica, cartório, oficinas, celeiro e outras dependências.

Localização: Rua de Evaristo Lopes Guimarães

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Mosteiro de Santa Maria de Seiça – Figueira da Foz

Embora se desconheça a data exacta da fundação do mosteiro de Seiça, certo é que em 1175 D. Afonso Henriques doou à comunidade uma carta de couto. Protegido pela Coroa ao longo da Idade Média, o Mosteiro de Seiça foi suprimido por D. João III, devido aos desentendimentos constantes com a casa-mãe de Alcobaça. Em 1560, D. Sebastião restitui o mosteiro novamente à alçada da grande abadia cisterciense.

Entre os últimos anos do século XVI e o início do século XVII o edifício conventual foi totalmente reedificado, passando a funcionar como centro de estudos filosóficos da ordem, devido à sua proximidade ao Colégio de Santa Cruz de Coimbra.

Actualmente encontra-se bastante arruinado.

Localização: Estrada de Seiça
Estado: Em ruínas

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Mosteiro de Santa Maria de Cós - Alcobaça

Fundado no século XIII, durante o Abaciato de Frei Fernando, que patrocinou a sua edificação, este mosteiro situado em Cós, uma das mais antigas povoações do Couto do Mosteiro de Alcobaça, viria a ser no século XV, um dos mais importantes mosteiros femininos da Ordem de Cister.

A estrutura actual provém dos trabalhos realizados durante a última metade do século XVII. A capela-mor foi concluída em 1675 e, no ano seguinte, procedeu-se à montagem do altar de talha dourada. A igreja é totalmente revestida de azulejos de padrão e figuras avulsas dos finais do século XVI e inícios do século XVII. Evidencia-se ainda o belíssimo cadeiral de talha do coro das monjas.

Localização: Rua de Santa Rita
Estado: Visitável. Igreja Paroquial

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Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça - Alcobaça

A Abadia de Alcobaça é um dos mais importantes mosteiros cistercienses medievais. Ao estatuto de monumento emblemático da Ordem a nível europeu durante o século XIII, junta-se o de primeira obra inteiramente gótica de Portugal e o de segundo panteão da monarquia nacional, depois dos enterramentos régios de D. Afonso I e de D. Sancho I em Coimbra.

Fundado em 1153, ao longo dos séculos seguintes, foram muitas as obras e transformações registadas no mosteiro. Como principal panteão régio da primeira dinastia, aqui se fizeram sepultar D. Pedro e D. Inês de Castro, em dois túmulos de qualidade ímpar a nível europeu.

Localização: Praça 25 de Abril. Alcobaça
Estado: Visitável. Igreja Paroquial

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Mosteiro de Santa Maria de Almoster - Santarém

Fundado, em 1287,  por iniciativa de Dona Sancha Pires, assumiu logo desde a sua fundação, uma grande importância em toda a região. Ao longo dos séculos, o edifício foi alvo de diversas campanhas de obras, que lhe vieram alterar a austeridade primitiva que caracteriza os mosteiros cistercienses.

Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi progressivamente votado ao abandono, entrando numa fase de delapidação e de destruição do seu património. Nos anos 50 do século XX, o estado de degradação a que o conjunto chegara levou à substituição da cobertura abobadada da nave central pelo actual tecto de madeira. Desde então, o conjunto tem sido objecto de uma vasta intervenção de recuperação, que procura recuperar algumas das suas características originais.

Localização: Largo do Convento. Almoster

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Mosteiro de São Bernardo de Portalegre - Portalegre

Fundado pelo bispo da Guarda, D. Jorge de Melo, em 1518, numa das encostas da Serra de S. Mamede, com o objectivo de albergar "donzelas sem dote", só em 1553 as obras de edificação ficaram, no essencial concluídas.

A congregação cujos estatutos foram assinados em 19 de Agosto de 1531, directamente filiada à abadia de Claraval, foi extinta pelo decreto de 30 de Maio de 1834 e o mosteiro encerrado em 23 de Abril de 1878, por falecimento da última religiosa residente.

?Desde então, o antigo mosteiro de São Bernardo albergou o Seminário Diocesano (1879), uma secção do Liceu de Portalegre (1880-1887), o Museu Municipal (1932-1961). As instalações são, presentemente, utilizadas pela Escola Prática do Agrupamento de Instrução da GNR de Portalegre.

Localização: Avenida Jorge Robinson

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Mosteiro de São Dinis de Odivelas - Loures

Também designado por Convento de São Dionísio de Odivelas, este mosteiro foi fundado pelo rei D. Dinis em 1294, e reconhecido nesse ano como nova casa da Ordem.

Ao longo dos anos o Mosteiro foi sendo sucessivamente restaurado e alterado de acordo com os gostos artísticos de cada época mas a  partir de meados do século XVIII, até a sua extinção, o Mosteiro de Odivelas,  sofreu as consequências de descuidos ou ingerência de terceiros.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos sendo os bens do mosteiro incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Localização: Largo D. Dinis. Odivelas

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Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro - Lisboa

Em 1586 D. Filipe I, concede por carta, licença para os monges de São Bernardo fundarem o Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro em Lisboa, sendo a sua construção iniciada em 1591.  O projeto inicial previa que o convento fosse a casa principal da Ordem, no entanto o espaço tornou-se um hospício para albergar os frades de São Bernardo que se deslocavam da província até Lisboa, sendo dirigido por freiras da mesma ordem cisterciense.

Em 1750, após o grande incêndio do Hospital de Todos-os-Santos, foram transferidos todos os seus pacientes para o Mosteiro e os frades realojados no palácio dos arcebispos de Lisboa. Posteriormente, as monjas cistercienses voltaram a habitá-lo, até 1814, ano em que foi abandonado para no edifício ser instalado o Colégio dos Meninos Órfãos da Mouraria e da Casa Pia.

Localização: Rua Nova do Desterro. Arroios

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Mosteiro de São Bento de Cástris - Évora

Erigido sobre uma singela ermida dedicada a S. Bento, construída em 1169, o convento cisterciense de São Bento de Cástris, uma das mais antigas casas religiosas femininas em Portugal, remonta ao século XIV, tendo a igreja sido consagrada no ano de 1328.

Após seis séculos de existência, a vida monástica no convento terminou em 18 de Abril de 1890, com a morte da última freira. Entrando na posse do Estado serviu de Escola Agrícola durante alguns anos. Entre a década de 1960 e 2005 albergou a secção masculina da Casa Pia de Évora.

Localização: EN 114, Évora - Arraiolos, a 2 Km de Évora

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Mosteiro de São Bernardo de Tavira ou Nossa Senhora da Piedade de Tavira - Tavira

Fundado em 1509, por iniciativa de D. Manuel I, em ação de graças pelo levantamento de um cerco mouro a Arzila, só duas décadas mais tarde é entregue, por D. João III ao Bispo do Algarve, D. Fernão Coutinho. Este prelado, por sua vez, cedeu-o a monjas da ordem de Cister, que aí se mantiveram até ao século XIX.

Depois de extinto, em 1862, o convento de Nossa Senhora da Piedade foi vendido em hasta pública e convertido em fábrica de moagem, iniciando-se nessa altura um processo de gradual descaracterização do edifício. Recentemente recebeu obras de adaptação a condomínio privado.

Localização: Rua dos Mártires da República e Rua da Atalaia

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Quinta de St. Estevão

Situado num antigo convento do século XVII no Freixinho, este hotel único e encantador disponibiliza quartos decorados de forma tradicional com uma televisão. Possui uma piscina exterior e um parque infantil.

Os quartos do Hotel Convento Nossa Senhora do Carmo estão decorados com elegante mobiliário em madeira e piso em parquet. Incluem casa de banho privada. Tem ao seu dispor acesso Wi-Fi gratuito nas áreas públicas do hotel.

No restaurante, os hóspedes podem desfrutar de cozinha tradicional portuguesa e vinhos da região num ambiente histórico. O bar serve uma variedade de bebidas refrescantes e snacks.

Situado na região do Douro, este é o local perfeito para visitar os 2 sítios classificados como Património Mundial: o Vale do Douro e as Pinturas Rupestres no Vale do Côa. As actividades no rio existente nas proximidades incluem a pesca, canoagem e wind-surf. Poderá estacionar gratuitamente no local.

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Mais informações: www.quintasantoestevao.net

 

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Real Abadia, Congress & Spa Hotel

O Real Abadia Congress & SPA Hotel convida-o a viver a história da região de Alcobaça, bem como toda a riqueza da cultura cisterciense. A arquitetura, decoração e design concorrem para que o hotel inspire a tranquilidade, luminosidade e criatividade que caracterizam os Monges de Alcobaça. Os serviços, também eles temáticos, recuperam as tradições, práticas e engenhos desta ordem religiosa, pautando-se pelo elevado padrão qualitativo. Também os espaços físicos e os ambientes do hotel foram meticulosamente pensados atendendo às necessidades individuais quer dos hóspedes quer das empresas, com garantias de resposta para pessoas com deficiência.

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